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segunda-feira, 21 de maio de 2012
ABUSO INFANTIL: COMO EVITAR
ABUSO INFANTIL: COMO EVITAR
Saiba como prevenir o abuso infantil, protegendo o seu filho ou uma criança de família de qualquer tipo de violência sexual.
O abuso infantil é uma realidade preocupante em todo o mundo. As atitudes abusivas podem ser realizadas por um estranho, mas em grande parte dos casos, o abuso é cometido por um membro da família ou alguém muito próximo do contexto familiar. Desta forma, é importante tomar uma série de cuidados para que a criança não se torne uma vítima da pedofilia ou de qualquer outro tipo de violência.
Os pais possuem papel fundamental no combate ao abuso infantil e podem prevenir que o filho sofra, sobretudo, de violência sexual. Para isso, é necessário orientar a criança, fornecendo as informações adequadas para que ela não se torne vítima de um agressor.
Por mais difícil que possa ser a conversa sobre abuso sexual, é importante que os pais falem com os filhos pequenos sobre o assunto. O diálogo deve ser aberto, de modo que a criança não sinta receio de relatar um possível abuso que ela tenha sofrido. Os pais precisam ganhar a confiança do filho e incentivá-lo a denunciar o culpado, sem que haja sentimentos de medo ou culpa.
O adulto responsável deve ficar alerta sobre aos sinais de que a criança está sofrendo abuso sexual. O comportamento agressivo, a tristeza excessiva, a insônia, sangramentos na área genital, isolamento, medo de adultos e erotização precoce são os principais indicadores de um abuso infantil.
Confira a seguir uma seleção de dicas que ajudam a evitar o abuso infantil:
• Oriente os filhos sobre nunca aceitar presentes de estranhos;
• Proíba a criança de frequentar a casa de estranhos sem que haja um consentimento da mãe ou do pai. O mesmo cuidado deve ser aplicado com relação à carona;
• Não deixe a criança com pessoas desconhecidas, mesmo por pouco tempo. O perigo de um abuso é ainda maior quando isto acontece em provadores, transporte coletivo ou banheiro;
• O adulto responsável não pode dar tanta liberdade para a criança para que ela ande sozinha por aí. É importante conhecer as pessoas com quem ela anda e os lugares que frequenta. Estabelecer limites e regras é essencial para evitar abusos;
• Alerte o filho de que nenhuma pessoa adulta deve tocá-lo nas partes íntimas, ou seja, nas regiões cobertas por biquíni, cueca ou calcinha;
• Ensine a criança a dizer não a qualquer toque suspeito ou que invada a sua privacidade. É importante também comunicar aos pais caso aconteça à primeira ameaça de abuso;
• Eduque a criança a partir de uma relação aberta, de modo que ela nunca esconda nada.
http://www.mundodastribos.com/abuso-infantil-como-evitar.html
De: Brasil Sem Pedofilia
quarta-feira, 16 de maio de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 18 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Estudos atuais sobre o cérebro de crianças cronicamente traumatizadas - Gastão Ribeiro
Estudos atuais sobre o cérebro de crianças cronicamente traumatizadas
Gastão Ribeiro
”O Trauma muda o cérebro, que se torna cronicamente medroso, ou a não teme nada, ou acha que a melhor coisa a fazer antes que alguém te machuque é machucá-los.”
Van der Kolk.
Entender o funcionamento de um cérebro de crianças traumatizadas no faz criar ideias e intervenções precoces evitando que o trauma se torne um obstáculo debilitante, ao longo da vida. O tratamento precoce oferece a melhor chance de recuperação completa e eficaz.
Os efeitos em longo prazo de um trauma na infância são mais profundos e preocupantes do que se pensava.
As crianças traumatizadas têm cérebros menores, em relação às crianças que não tenha sido traumatizada. Diversos estudos constataram que a substância branca, tecido do cérebro que faz conexões dentro da substância cinzenta rica em neurônios, está diminuída em crianças traumatizadas. Isso significa menos neurônios fazendo menos conexões – e fazer conexões é o que cria QIs mais altos.
Descobriu-se que crianças abusadas sexualmente apresentaram níveis de cortisol acima do normal, um hormônio que pode salvar vidas em situações de emergência, mas que destrói tecido cerebral se em grandes quantidades. Traumas repetitivos causam o excesso de secreção de cortisol, sendo que ainda provoca uma falha na drenagem deste hormônio, deixando o corpo e cérebro hiper exposto ao cortisol. O trauma na infância ainda afeta a capacidade espacial do cérebro. A parte do cérebro que confirma a sua existência física – não estava ativa em pessoas traumatizadas.
Portanto um TEPT em uma criança vai provocar: comportamento antissocial, entorpecimento emocional, agressão, violência e dissociação física e mental. Experiências traumáticas como tiroteios, estupros, roubos ou abuso emocional deixam uma marca na parte central do cérebro chamada córtex pré-frontal medial, que tem a função de observação interna, auto-reflexão e auto-observação, e estabelecer relações sociais com os outros. Os traumas também afetam as conexões entre os lados direito e esquerdo do cérebro, afetando a fala e as habilidades cognitivas.
Fonte – Apostila de curso – A Neurofisiologia dos Traumas – 2012 – Gastão Ribeiro
Gastão Ribeiro
”O Trauma muda o cérebro, que se torna cronicamente medroso, ou a não teme nada, ou acha que a melhor coisa a fazer antes que alguém te machuque é machucá-los.”
Van der Kolk.
Entender o funcionamento de um cérebro de crianças traumatizadas no faz criar ideias e intervenções precoces evitando que o trauma se torne um obstáculo debilitante, ao longo da vida. O tratamento precoce oferece a melhor chance de recuperação completa e eficaz.
Os efeitos em longo prazo de um trauma na infância são mais profundos e preocupantes do que se pensava.
As crianças traumatizadas têm cérebros menores, em relação às crianças que não tenha sido traumatizada. Diversos estudos constataram que a substância branca, tecido do cérebro que faz conexões dentro da substância cinzenta rica em neurônios, está diminuída em crianças traumatizadas. Isso significa menos neurônios fazendo menos conexões – e fazer conexões é o que cria QIs mais altos.
Descobriu-se que crianças abusadas sexualmente apresentaram níveis de cortisol acima do normal, um hormônio que pode salvar vidas em situações de emergência, mas que destrói tecido cerebral se em grandes quantidades. Traumas repetitivos causam o excesso de secreção de cortisol, sendo que ainda provoca uma falha na drenagem deste hormônio, deixando o corpo e cérebro hiper exposto ao cortisol. O trauma na infância ainda afeta a capacidade espacial do cérebro. A parte do cérebro que confirma a sua existência física – não estava ativa em pessoas traumatizadas.
Portanto um TEPT em uma criança vai provocar: comportamento antissocial, entorpecimento emocional, agressão, violência e dissociação física e mental. Experiências traumáticas como tiroteios, estupros, roubos ou abuso emocional deixam uma marca na parte central do cérebro chamada córtex pré-frontal medial, que tem a função de observação interna, auto-reflexão e auto-observação, e estabelecer relações sociais com os outros. Os traumas também afetam as conexões entre os lados direito e esquerdo do cérebro, afetando a fala e as habilidades cognitivas.
Fonte – Apostila de curso – A Neurofisiologia dos Traumas – 2012 – Gastão Ribeiro
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
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