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domingo, 5 de dezembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Estudos comparativos com quatro abordagens terapêuticas para Trauma(TEPT)
Estudos comparativos com quatro abordagens terapêuticas para Trauma(TEPT)
Alguns estudos comparativos com quatro abordagens terapêuticas para Trauma(TEPT) foram apresentadas em uma Conferência da Florida State University. Os métodos incluídos foram: EMDR (Shapiro, 1995), V/ KD (Bandler & Grinder, 1979), TIR (Gerbode, 1995), e Thougth Field Therapy TFT (Callahan, 1985).
As classificações com relação a tempo de realização e dessensibilização, foram as seguintes: TFT (N14) 63 mins, 3,60; V / KD (N11) 113 minutos, 3,30; EMDR (N6) 172 minutos, 2,64; TIR (N9) 54 minutos, 5,67. Este estudo comprovou que o TFT é a abordagem com maior efetividade e rapidez na dessensibilização de traumas e outros sintomas.
Alguns estudos comparativos com quatro abordagens terapêuticas para Trauma(TEPT) foram apresentadas em uma Conferência da Florida State University. Os métodos incluídos foram: EMDR (Shapiro, 1995), V/ KD (Bandler & Grinder, 1979), TIR (Gerbode, 1995), e Thougth Field Therapy TFT (Callahan, 1985).
As classificações com relação a tempo de realização e dessensibilização, foram as seguintes: TFT (N14) 63 mins, 3,60; V / KD (N11) 113 minutos, 3,30; EMDR (N6) 172 minutos, 2,64; TIR (N9) 54 minutos, 5,67. Este estudo comprovou que o TFT é a abordagem com maior efetividade e rapidez na dessensibilização de traumas e outros sintomas.
domingo, 3 de outubro de 2010
A Traumatização vicariante - Gastão Ribeiro
A Traumatização vicariante
Gastão Ribeiro
A Traumatização vicariante é um novo conceito que as pessoas que trabalham com combatem a violência. O Trauma Vicariante é aquele que acontece pela expo¬sição a histórias traumáticas de outra pessoa. Isso foi inicialmente estudado entre conselheiros, líderes religiosos e profissionais médicos trabalhando em países em guerra.
Apesar dos profissionais de ajuda nunca terem sido submetidos a um bombardeio, tiros ou ataque militar apenas a escutar a mesma história várias vezes de seus clientes, pacientes ou membros da igreja causam o Trauma Vicariante. E isso parece ter um efeito cumulativo causando medo, raiva ou sofrimento emocional no indivíduo que escutou a mesma história vári¬as vezes, apesar de, talvez, ele não ter sofrido o trauma inicial.
O trauma vicariante é resultado e processo do compromisso empático entre o paciente e o terapeuta do trauma, que lidando tão próxima e frequentemente com situações de intenso impacto emocional negativo, levam a que o próprio terapeuta experiencie situações traumáticas. Surgem respostas fisiológicas e tensões emocionais fora do comum perante o relato de situações traumáticas, sintomas de alerta crescente, fantasias, imagens e sonhos associados ao trauma e esforços para o evitamento de pensamentos/sentimentos relacionados com situações traumáticas, são alguns dos indícios de um possível trauma vicariante, a que um terapeuta deve atender.
Os exemplos mais comuns onde ocorre o Trauma Vicariante são: testemunhar um acidente de automóvel, ouvir um sobrevivente contar sua história a um desastre natural, ou a um trauma sexual, ou assistir a eventos horripilantes na televisão. Em nenhuma destas experiências a pessoa que está escutando ou assistindo está em perigo, mas mesmo assim, após ouvir ou assistir as experiências traumáti¬cas de alguém elas ficam assustadas, têm lem¬branças perturbadoras ou pesadelos sobre o evento.
Gastão Ribeiro
A Traumatização vicariante é um novo conceito que as pessoas que trabalham com combatem a violência. O Trauma Vicariante é aquele que acontece pela expo¬sição a histórias traumáticas de outra pessoa. Isso foi inicialmente estudado entre conselheiros, líderes religiosos e profissionais médicos trabalhando em países em guerra.
Apesar dos profissionais de ajuda nunca terem sido submetidos a um bombardeio, tiros ou ataque militar apenas a escutar a mesma história várias vezes de seus clientes, pacientes ou membros da igreja causam o Trauma Vicariante. E isso parece ter um efeito cumulativo causando medo, raiva ou sofrimento emocional no indivíduo que escutou a mesma história vári¬as vezes, apesar de, talvez, ele não ter sofrido o trauma inicial.
O trauma vicariante é resultado e processo do compromisso empático entre o paciente e o terapeuta do trauma, que lidando tão próxima e frequentemente com situações de intenso impacto emocional negativo, levam a que o próprio terapeuta experiencie situações traumáticas. Surgem respostas fisiológicas e tensões emocionais fora do comum perante o relato de situações traumáticas, sintomas de alerta crescente, fantasias, imagens e sonhos associados ao trauma e esforços para o evitamento de pensamentos/sentimentos relacionados com situações traumáticas, são alguns dos indícios de um possível trauma vicariante, a que um terapeuta deve atender.
Os exemplos mais comuns onde ocorre o Trauma Vicariante são: testemunhar um acidente de automóvel, ouvir um sobrevivente contar sua história a um desastre natural, ou a um trauma sexual, ou assistir a eventos horripilantes na televisão. Em nenhuma destas experiências a pessoa que está escutando ou assistindo está em perigo, mas mesmo assim, após ouvir ou assistir as experiências traumáti¬cas de alguém elas ficam assustadas, têm lem¬branças perturbadoras ou pesadelos sobre o evento.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Síndrome do bebê sacudido - Gastão Ribeiro
Síndrome do bebê sacudido
Síndrome do bebê sacudido - A síndrome do bebê sacudido ocorre devido a MAUS TRATOS a bebês onde ocorre movimentos de aceleração e desaceleração associados a forças de rotação, impostos a crianças de 0 a 5 anos.
Existe um grande índice de mortalidade entre as crianças, variando de 7 a 30% dos casos. Em torno de 30-50% dos casos vão apresentam distúrbios cognitivos e neurológicos. E cerca de 30% podem ser recuperar, mas sem que seja descartada a possibilidade de seqüelas neurológica.
Síndrome do bebê sacudido - A síndrome do bebê sacudido ocorre devido a MAUS TRATOS a bebês onde ocorre movimentos de aceleração e desaceleração associados a forças de rotação, impostos a crianças de 0 a 5 anos.
Existe um grande índice de mortalidade entre as crianças, variando de 7 a 30% dos casos. Em torno de 30-50% dos casos vão apresentam distúrbios cognitivos e neurológicos. E cerca de 30% podem ser recuperar, mas sem que seja descartada a possibilidade de seqüelas neurológica.
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